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Gabriel Santana pede mais representatividade nos bastidores da Globo

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Gabriel Santana faz parte do único núcleo *** da novela
Reprodução/Globo/João Miguel Júnior 02.09.2022

Gabriel Santana faz parte do único núcleo *** da novela

Gabriel Santana, que interpreta Renato em “Pantanal”, novela da Globo, celebra a maior representatividade negra na novela de Benedito Ruy Barbosa, adaptada por Bruno Luperi. Mas, apesar da mudança no núcleo da segunda família de Tenório (Murilo Benício), Gabriel sente que ainda há uma falta de profissionais negros nos bastidores da produção global. 

Em entrevista ao iG Gente, Gabriel sinaliza que é preciso ter mais representatividade. “Não posso deixar de notar que na nossa novela não tem diretor preto. Somos dirigidos por pessoas brancas, que também quiseram construir as cenas [sobre racismo] da melhor forma possível”, afirma. 

Gabriel relata que a Globo, apesar da falta de profissionais negros na produção de “Pantanal”, abriu canais de comunicação para falar das questões raciais na produção. “Bruninho [autor] desde o começo se mostrou disposto, criou um grupo conosco, os atores pretos, para falar dessas cenas, querendo um olhar, ele foi bem aberto quanto a isso”, elogia, mas pondera. “Sou grato pela oportunidade da Globo, do Bruno e dos diretores que são brancos, mas sinto que devemos olhar para isso”, diz, em referência à falta de produtores negros na obra. 

O ator afirma que as mudanças de Bruno Luperi foram essenciais para abrir maior representatividade na Globo. “Que ele e a Globo continuem nesse desenvolvimento anti-racista e em outros quesitos também, como a comunidade LGBTQIA+, igualdade de gênero, mas no momento, sinto que é muito importante essa conquista em ‘Pantanal’ e outros produtos da Globo”, pontua. 

“Renato é completamente machista”

Marcelo, Zuleica, Roberto e Renato
Divulgação/ Globo

Marcelo, Zuleica, Roberto e Renato

Ao analisar o personagem, que tem diversas atitudes dúbias, Gabriel sente que o machismo é o principal problema em Renato. “Tudo começa no machismo, desde a forma que ele trata e fala da Maria, o desdém com a Guta, é estrutural. Para mim, tudo vem desse lado do pai, de ver ele falando mal da esposa, a criação. Para mim, essa é a maior falha de caráter dele”, analisa. 

Mas não é o machismo que move as maldades de Renato. O ator pontua que as atitudes ruins e a falta de caráter provém do abandono sentimental de Tenório. “O que move ele é a admiração pelo pai, essa necessidade de aprovação por parte dele, a constante luta pela empatia dele. Atrelado ao machismo, faz com que as atitudes sejam completamente desprezíveis”, afirma. 

Gabriel observa que Renato tem um remorso do pouco que o pai disponibilizou para a família dele, contra o que ele gerou para Guta (Julia Dalavia) e Maria (Isabel Teixeira). “O pai falava que mexia com terras, mora no pantanal com a primeira família. Tudo o que o Renato sabe é que ele é bem-sucedido, que mora com a primeira esposa e que é infeliz. Esse é o ponto de vista que ele tem”, comenta. 

Para compor o personagem, Gabriel tem uma maneira curiosa de sentir como é a personalidade de Renato. “Eu monto playlists para saber qual seria o gosto da personagem, aí penso em ações cênicas para o texto. Para o Renato, fiz uma playlist com bastante Trap, Rap, BomBap e Trap Funk”, revela. 

“A gente se dá super bem”

Contracenando com Cauê Campos, Lucas Leto, Aline Borges, Murilo Benício e Julia Dalavia, Gabriel afirma que o “elenco é muito unido”. “A gente sempre está junto, sempre conversamos, marcamos de sair e tudo”, conta. 

“Apesar da rotina de gravações, já saímos juntos. Nós, os três irmãos [Lucas, Gabriel e Cauê], fomos em uma festa juntos, na BATEKOO. Que, inclusive, é uma festa focada no público preto. A gente sai junto e se diverte muito. E uma relação muito boa”, afirma. 

Cena em que atira em onça foi feita em computação gráfica

Nas cenas em que Renato e Tenório são surpreendidos pela Maria Marruá encarnada em onça, Gabriel conta que teve de interpretar imaginando o animal, já que não havia nada ali. 

“O momento em que reparo na onça não tinha nada, eu tinha que fingir que estava lá, porque a gente estava gravando no geral. Nos momentos em que a onça não estava no quadro, eles colocavam um boneco da onça lá, de referência”, relembra. 

Queimadas afetaram o pantanal

Gabriel explica que não pôde conhecer o pantanal “na fase mais bonita”, as cheias. “Fomos em uma época que deveria ter as cheias, mas nesse ano choveu pouquíssimo e ainda tiveram as queimadas. A galera falava que estava tão seco quanto nos períodos de seca”, lamenta.

Apesar disso, Gabriel garante que a região é linda. “Você fica admirado com os rios perenes, a beleza, é sensacional. Você se sente parte integrada daquilo, gravei com jacarés a três metros de mim”, conta. O ator diz que até tinha medo no começo, mas “depois você até fala xô para o jacaré sair dali”, brinca. 

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